Sessão iniciada como:
filler@godaddy.com
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As pessoas chegam à terapia com sintomas diferentes, mas muitas vezes com o mesmo tipo de funcionamento interno: conflito, excesso de controlo, desgaste emocional ou bloqueio.
As áreas abaixo não são rótulos.
São contextos onde determinados padrões internos tendem a manifestar-se.
A ansiedade não surge porque a pessoa “pensa demais”.
Surge porque o sistema interno aprendeu que precisa de estar sempre em alerta.
Neste tipo de processo, o trabalho passa por:
– compreender o mecanismo de antecipação constante
– reduzir a reatividade do sistema nervoso
– criar maior sensação de segurança interna
O objetivo não é eliminar pensamentos, mas deixar de ser dominado por eles.
Procrastinação e autossabotagem raramente são falta de disciplina.
São, muitas vezes, estratégias inconscientes de proteção.
Aqui o trabalho terapêutico ajuda a:
– identificar o conflito interno que bloqueia a ação
– compreender o medo subjacente (falhar, mudar, expor-se)
– criar novas respostas internas mais ajustadas
Avançar torna-se possível quando o conflito interno diminui.
Dificuldades de autoestima não se resolvem com afirmações positivas.
Resolvem-se quando a pessoa compreende como aprendeu a relacionar-se consigo própria.
O acompanhamento pode ajudar a:
– identificar padrões de autocrítica e culpa
– reduzir exigência interna constante
– construir uma relação interna mais estável e realista
Autoestima não é confiança cega.
É coerência interna.
Muitas dificuldades relacionais repetem-se porque o padrão interno permanece o mesmo.
O trabalho terapêutico pode apoiar na:
– compreensão do tipo de vínculo criado
– identificação de padrões de dependência, evitamento ou controlo
– construção de limites mais claros
Mudar relações começa, quase sempre, por mudar a relação interna.
Dificuldades em dormir ou descansar não são apenas físicas.
Frequentemente indicam um sistema que não sabe desligar.
Neste contexto, o trabalho pode focar-se em:
– reduzir hiperativação interna
– criar estados internos de maior segurança
– melhorar a capacidade de descanso real
Dormir melhor não é desligar a mente à força.
É permitir que o corpo confie.
Fases de transição trazem instabilidade, questionamento e perda de referências internas.
O acompanhamento pode ajudar a:
– reorganizar identidade e expectativas
– integrar mudanças físicas e emocionais
– criar nova estrutura interna para a fase atual
Transições não são falhas.
São momentos de reorganização profunda.
Estas áreas não definem pessoas.
Servem apenas como pontos de partida para compreender o funcionamento interno de cada caso.
O primeiro passo é sempre uma consulta de esclarecimento, onde avaliamos se este tipo de trabalho faz sentido para si.
A consulta de esclarecimento é um espaço de conversa, clareza e orientação inicial
Cândida Oliveira Terapeuta
Loulé, Portugal • info.candidaoliveira@gmail.com
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